Talvez Meu Pai Seja Negro
Talvez Meu Pai Seja Negro
DOCUMENTÁRIO / 24' / COR / 2025 / BA
Curta Brasil, Panorama Brasil
Flávia embarca junto com seu pai, Antônio, em uma jornada íntima de investigação sobre suas raízes, após uma revelação que altera sua árvore genealógica. Entre documentos, fotos e memórias estilhaçadas, o curta atravessa temas como apagamentos, paternidade, identidade racial e pertencimento. A partir da história de pai e filha, o filme toca em questões profundas sobre como nos reconhecemos e somos reconhecidos.
FiCha Técnica
Produção: Mulungu Realizações Culturais Argumento: Flávia Santana Roteiro: Flávia Santana e Nin la Croix Direção: Flávia Santana Produção Executiva: Flávia Santana Direção de Fotografia: Hury Ahmadi Operação de Câmera: Hury Ahmadi e Nin la Croix Assistência de Direção: Nin la Croix Direção de Som: Italo Oliveira Captação de Som: Italo Oliveira e Victor Brasileiro Montagem e Coordenação de Pós: Nin la Croix Trilha Sonora: Italo Oliveira Edição de Som e Mixagem: Victor Brasileiro Finalização de Cor: Nin la Croix Distribuidora: Mulungu Realizações Culturais e Pique Filmes Identidade Visual e Design Gráfico: Alyssa Volpini Motorista: Edson Nascimento Distribuição: Mulungu e Pique Filmes

Flávia Santana
DIREção
FLÁVIA SANTANA é produtora, Grantee do Sundance Institute Documentary Film Program, EFM Toolbox Alumni e diretora executiva da Mulungu Realizações Culturais. Trabalhou na produção de mais de 20 curtas-metragens, e assina a produção executiva de 03 longas e 02 obras seriadas, tendo obras selecionadas no Tribeca, FICG, Festival Nuevo Cine, Olhar de Cinema e Festival de Gramado. “Talvez Meu Pai Seja Negro” é seu curta de estreia na direção de documentários.




