Laudelina e a Felicidade Guerreira
Laudelina e a Felicidade Guerreira
DOCUMENTÁRIO / 15' / COR / 2025 / RJ
Competitiva Nacional, Curta Nacional
Laudelina e a felicidade guerreira é um curta-metragem que homenageia Laudelina de Campos Mello, figura fundamental na luta pelos direitos das trabalhadoras domésticas no Brasil. Militante negra e ativista incansável, Laudelina fundou o primeiro sindicato da categoria, enfrentando desafios históricos para garantir melhores condições de trabalho e reconhecimento para milhares de mulheres negras. O filme resgata parte de sua trajetória e legado, evidenciando sua importância para os movimentos sociais e a luta antirracista no país.
FiCha Técnica
direção e roteiro MILENA MANFREDINI laudelina de campos mello JULIANA FRANÇA orixá nanã VALERIA MONÃ direção de fotografia ANTOINE D’ARTEMARE som direto RAQUEL LAZARO figurino e maquiagem ANDREZA FERREIRA direção de arte MILENA MANFREDINI montagem e design dos créditos JOÃO ARAIÓ consultoria de montagem HERNANI HEFFNER desenho de som RICARDO MANSUR correção de cor ANTOINE D’ARTEMARE estúdio de finalização AZUL QUE NÃO HÁ produção, produção executiva, pesquisa MILENA MANFREDINI consultoria de produção CAVI BORGES

Milena Manfredini
DIREção
Milena Manfredini é cineasta, antropóloga, artista visual e professora. É formada em Antropologia pela PUC-Rio e mestre pelo Programa de Cultura e Territorialidades da UFF. Dirigiu e roteirizou os filmes Eu preciso destas palavras escrita, Guardião dos Caminhos, De um lado do Atlântico (comissionado pelo IMS), Grandes Senhoras (residência artística Goethe-Institut), Stella do Patrocínio e a gênese da poesia, entre outros. É roteirista do longa Chic Show (Globoplay). Atua como curadora em mostras e festivais de cinema e desenvolve obras comissionadas a convite de instituições de arte como o MAR, o IMS, MAM Rio e outras. Desde 2017, dedica-se também à docência e à formação de jovens cineastas negros e periféricos. Sua produção e pesquisa articulam cinema, antropologia e artes visuais, tendo a memória negra como ponto de partida e força propulsora.




